Rachel Rabin, que viveu entre 1925 e 2026, dedicou as décadas posteriores ao assassinato do seu irmão, o antigo primeiro-ministro Yitzhak Rabin, à preservação do seu legado. Através de uma intensa atividade pública, ela promoveu valores de tolerância e diálogo, participando regularmente em conferências e eventos educativos. O seu trabalho centrou-se especialmente no Centro Yitzhak Rabin, onde partilhou a sua visão sobre a história e o futuro de Israel. A sua trajetória é recordada como um esforço contínuo para fomentar a compreensão mútua, mantendo viva a memória do seu irmão num contexto de constante debate político e social no país.
Source : Público
